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LES CHRONIQUES DE Osvaldo Franque Buela

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DEBUT D'UN PROCESSUS ????

CABINDA: NZITA TIAGO PROPOSE UNE CONFEDERATION A JOSE EDUARDO DOS SANTOS

Paris - Le président du Front de Libération de l'Etat du Cabinda, le FLEC, Nzita Tiago, a écrit au président Angolais José Eduardo dos Santos, de proposer «le début d'un processus de dialogue" et suggère l'état de la Confédération pour le Cabinda.

Dans un document daté du 26 Mars 2010, le Président du FLEC propose au Chef de l'Etat angolais "le début d'un processus de dialogue franc et ouvert, sans ambiguité mais plutot fraternelle."

Pour Nzita Tiago , dans «le cadre des négociations" avec l'Angola, et dans le but de négocier un statut politique pour le Cabinda, il est incontournable et essentiel de prendre en considération les spécifitées historiques et économiques du territoire du Cabinda d'où « proviennent essentiellement les recettes en devises de l'Etat Angolais."

Le Leader du FLEC defend pour le Cabinda, le principe d' un «État indépendant au sein de la Confédération de l'Angola" et souligne qu'il s'agit d'une forme d'Etat qui se définit "comme une union politique entre deux ou plusieurs États, par un accord international fondé sur l'etablissement des liens permanent entre eux ".

Dans la même lettre Nzita Tiago comme base préliminaire pour des négociations que le Cabinda soit dotée de sa propre Constitution, ainsi que d'un parlement et un gouvernement "dirigé par un Premier ministre" nommé après les élections dans le territoire . Il a également préconisé un "pouvoir judiciaire a lui-même et « que l'armée soit composée par les FAC (Forces armées de Cabinda - branche armée du FLEC) et qu' une « collaboration et des accords et relations spéciales pourraient être scellé avec les Forces armées angolaises (FAA), et a part la police et l'administration uniquement pour le Cabinda.

Selon ce document adressé à José Eduardo dos Santos, le chef du FLEC propose trois domaines de coopération avec l'Angola dans le cadre d'une confédération. La défense, doit, selon Nzita Tiago, "L'accord central pour un centre de commandement militaire unique» qui permetra de définir "des missions militaires conjointes." La Sécurité, fondée sur l'établissement de «relations de sécurité entre les deux parties." Enfin, la question qui "sera présenter dans les futures négociations entre l'Angola et le Cabinda", souligne Nzita Tiago, LE PETROLE, qui avec l'aide des'experts, "portera sur le développement et la conclusion d'un accord de partenariat bénéfique entre les deux parties.

Ce document, déjà soumis au chef de l'Etat angolais, intervient après plusieurs consultations avec les partenaires internationaux, y compris la France. Dans une lettre datée du 13 Juillet 2009, adressée à Nzita Tiago, Stéphane Gompetz du ministère français des Affaires étrangères a déclaré que la France dans l'Union européenne, est attentive à la situation dans l'enclave et "regrette que le protocole d'accord pour paix et la réconciliation dans la province de Cabinda, signé le 01 août 2006, n'a pas apporté la paix prévu. "

Stéphane Gompetz, a rappelé que les les Accords d'Alvor avait intégré le Cabinda à l' Angola, a déclaré le Ministère français des Affaires étrnagères et "soutient toutes les initiatives pour atteindre le dialogue" et a exprimé sa satisfaction envers le FLEC pour l'intention d'ouvrir des "négociations avec le Gouvernement angolais ».

En Décembre 2008 Charlotte Montel du Ministère des affaires étrangères Français a également écrit à Nzita Tiago et a déclaré que la France est favorable à une solution "politique consensuelle" au Cabinda à "respecter la souveraineté et l'intégrité territoriale de l'Angola." Pour les Français, Charlotte Montel encourage un «accord entre, d'une part, les divers représentants de la société civile et de la vie politique Cabindaise , et d'autre part avec le gouvernement angolais."

Dans les deux lettres le Ministère des affaires étrangères Français , de manière explicite et indirectement, reconnaîsse officiellement le fiasco du Mémorandum d'accord signé par Antonio Bento Bembe, en 2006,et soutient l'idée des négociations avec l'Angola.

(C) PNN

o Presidente da FLEC propõe ao Chefe de Estado angolano o «início de um processo de diálogo franco e aberto sem desenvoltura mais fraternal».

Para Nzita Tiago, como «parte das negociações» com Angola visando um Estatuto político para Cabinda, é incontornável ter em consideração as particularidades históricas e económicas do enclave de onde «as receitas em divisas do Estado angolano provêm maioritariamente».

O líder da FLEC defende para Cabinda um «Estado independente no âmbito da Confederação de Angola» e sublinha que é uma forma de Estado que se define «como uma união politica entre dois ou mais Estados, fundada num acordo internacional, que cria entre eles laços permanentes».

Na mesma carta Nzita Tiago expõe como base preliminar negocial Cabinda ser dotada de uma Constituição própria, assim como de um Parlamento e um Governo «chefiado por um Primeiro Ministro» nomeado após eleições «em todo o território». Defende também um «poder judicial próprio» assim como exército constituído pelas FAC (Forças Armadas Cabindesas – ala armada da FLEC) e que «relações particulares de colaboração poderão vir a ser seladas com as Forças Armadas Angolanas (FAA)», além de polícia e administração exclusiva para Cabinda.

Segundo o mesmo documento dirigido a José Eduardo dos Santos, o líder da FLEC propõe três áreas de colaboração com Angola no quadro de uma Confederação. Na defesa, devem, segundo Nzita Tiago, «concordar sobre um comando militar central» que poderá definir «missões militares conjuntas». Segurança, com base no estabelecimento de «relações de segurança de ambas as partes». E por fim, o assunto que «terá lugar de destaque nas futuras negociações entre Cabinda e Angola», frisa Nzita, o Petróleo, que com a ajuda de especialistas, «será discutido o desenvolvimento de uma parceria benéfica entre as duas partes».

Este documento, já enviado ao Chefe de Estado angolano, surge após várias consultas de parceiros internacionais, entre os quais a França. Numa carta datada de 13 de Julho de 2009, dirigida a Nzita Tiago, Stéphane Gompetz do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês afirma que a França, no seio da União Europeia, está atenta à situação no enclave e «lamenta que o Memorando de Entendimento para a Paz e Reconciliação na província de Cabinda, assinado a 01 de Agosto de 2006, não trouxe a pacificação esperada».

Stéphane Gompetz, após lembrar que os Acordos de Alvor integraram Cabinda em Angola, afirma que o MNE francês «é favorável a todas iniciativas que permitam chegar ao diálogo» e expressa a sua satisfação da FLEC estar a favor de abrir «negociações com o Governo angolano».

Em Dezembro de 2008 também Charlotte Montel do MNE francês escreveu a Nzita Tiago onde afirmou que a França é favorável a uma solução «política consensual» para Cabinda no «respeito da soberania e integridade territorial de Angola». Para Charlotte Montel o MNE francês encoraja uma «concertação entre, de um lado, os diferentes representantes da sociedade civil e da vida politica cabindesa, e de outra, o Governo angolano.»

Em ambas as cartas o MNE francês, de uma forma explícita e de forma indirecta, reconhecem oficialmente o fiasco do Memorando de Entendimento assinado por António Bento Bembe em 2006, e defende negociações com Angola.

(c) PNN Portuguese News Network
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#Posté le jeudi 22 avril 2010 10:24

LES INTIMIDATIONS ET ARRESTATIONS ARBITRAIRES SE POURSUIVENT AU CABINDA

Depois da detenção do jurista Félix Sumbo no domingo passado, 4 de abril (curiosamente reputado "dia da paz"), e consequente libertação depois de 48 horas, esta manhã, 11 de abril (sempre no "mês da paz"), por volta das 05H30 foi detido, na sua residência, o Dr. António Paca Pemba Panzo, conhecido e aguerrido activista dos direitos humanos em Cabinda e membro da extinta Mpalabanda-Associação Cívica de Cabinda. De acordo com a sua esposa, elementos afectos à Polícia de Investigação Criminal irromperam na residência exibindo um mandado de busca, desconhecendo-se quem o terá assinado. O objectivo da busca, de acordo com a esposa de Paca Panzo, era o de procurar pelas camisolas mandadas confeccionar a fim de protestar, pacificamente e em silêncio, contra as detenções injustas, arbitrárias, do Padre Raúl Tati e outros activistas dos direitos humanos como os Drs. Franscisco Luemba e Belchior Lanso Tati, entre outros. Apesar de não ter sido encontrada uma única camisola na residência de Panzo, algumas notícias tiradas de "sites" da internet foram suficientes para que os agentes da polícia angolana levassem para a prisão António Paca Panzo, ainda de acordo com a esposa, Antónia da Conceição Yele, que teve alta do hospital apenas ontem, na sequência de uma intervenção cirúrgica a que foi submetida no domingo passado, dia 4 de abril.


Essa vaga desenfreada de detenções arbitrárias, que se enquadra perfeitamente numa campanha quase irracional de intimidação contra os cabindas, em geral, e os activistas dos direitos humanos, em particular, ocorre em completa violação da Constituição de Angola, recentemente aprovada pela Assembleia Nacional e promulgada pelo Presidente Eduardo dos Santos, como se essa Constituição não se aplicasse em Cabinda.


Por outro lado, outras acções de violação de direitos humanos se registam em Cabinda, onde as coisas tendem a piorar, depois de um pequeno período de abrandamento. Na comuna do Malembo, a escassos quilómetros do campo petrolífero do Malongo, uma velha de nome Lúcia Ichumbu Lubalo, de cerca de 75 anos, foi brutalmente espancada por um militar das Forças Armadas Angolanas - FAA, no dia 29 de Março de 2010, depois a ter violado, quando a velha saía da sua lavra. Num derradeiro esforço, a velha Lúcia conseguiu chegar à aldeia (Malembo) em cujo posto médico recebeu os primeiros socorros, antes de ser evacuada para o Hospital Provincial Central, na cidade de Cabinda, onde viria a falecer 31 de Março de 2010.


Esta a resposta do regime de Luanda ao nosso pedido de diálogo para a busca de uma solução para Cabinda.


Raúl DANDA
Deputado da Assembleia Nacional de Angola
Vice-Presidente da Comissão dos Direitos Humanos
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#Posté le dimanche 11 avril 2010 21:07

QUE JUSTICE SOIT FAITE AU CABINDA

Le livre "O problema de Cabinda exposta e assumido à luz da verdade e da justiça",de Francisco Luemba , est une contribution importante à la diffusion et la promotion de la vérité et la recherche ( et l'exécution) de la justice que le peuple Cabindais et veut mérite.


À travers ce livre, le peuple Cabindais, a une fois encore frappé à la porte (fermée) du Portugal. Pas pour demander l'aumône ou de mendier une faveur, mais seulement à une revendication de son droit et elle ne peut lui être niée.

Nous savons que le problème de Cabinda est un tabou pour le Portugal - pour son gouvernement, leurs élites, et leur jeunesse. Après tout, il est nécessaire que la question soit soulevée, discutée calmement et sereinement et les responsabilités identifiées et connues sans préjugé ni chasse aux sorcières, ni par des accusations ou des insultes, cela non seulement pour le Portugal mais aussi en ce qui concerne l'Angola et le Cabinda.

Cette affirmation découle de l'exigence de base de «,honeste vivere, nemine laedere, suum cuique tribuere ": la plus sommaire, simple et essentielle rationalité de la loi et du droit.

Tel est le message que durant ces 35 dernières années, le peuple Cabindais a essayé de transmettre au peuple portugais. Malheureusement, au niveau de Lisbonne, il n' a pas rencontré d'interlocuteur.

Il ya quelques années, dans ce nouveau millénaire, le gouvernement belge a présenté à la République démocratique populaire du Congo des excuses officielles pour son implication dans l'assassinaa Petrice Lumumba, héros de l'indépendance de ce pays d'Afrique et son premier chef de gouvernement.

Pour le Cabinda il n'est pas nécessaire que le Portugal en arrive jusque là, Il lui suffit simplement de déclarer la vérité, de donner son témoignage et aider la communauté internationale de faire face à cette réalité, et à l'application de la loi qui les régit (tant pour la communauté internationale , comme pour la vérité elle-même ou pour la situation qui caractérise et identifie le problème).

Les Cabindais n'éxigent pas d'excuses, et ne s'y attendent même pas. Ils ne ne nécessite que l'accession à la vérité et rendre la justice pour le bien de toutes les parties: Pour le Cabinda, oui, mais aussi de l'Angola, du Portugal et de la communauté internationale elle-même, qui vise à encourager et à garantir la démocratie, promouvoir le développement , préserver la paix et la sécurité, assurer l'égalité de toutes les nations, grandes et petites, en respectant leurs droits et de permettre la réalisation de ses justes aspirations.

Le Cabinda est le seul pays au monde à qui l'on refuse, systématiquement et rigoureusement, la compréhension, l'amitié et la solidarité. Les seules personnes dont les droits sont foulés aux pieds par la communauté internationale. La seule chose contre la loi et la logique, est poussé à des solutions extrêmes, et paradoxalement, ce sont eux qui sont universellement condamné et combattu. Voulez-vous une excuse pour éliminer Cabindais la face de la terre?

Après 35 ans de décès, il est nécessaire à la résurrection. Il faut tourner la page.

Traduction Osvaldo Franque, Texte original de Orlando Castro dans ALTOHAMA

O livro “O problema de Cabinda exposto e assumido à luz da verdade e da justiça”, de Francisco Luemba, é um importante contributo para a divulgação e promoção da verdade e para a busca (realização) da justiça que o povo de Cabinda quer e merece.

Por intermédio deste livro, o Povo de Cabinda, uma vez mais, bateu à porta (sempre fechada) de Portugal. Não para pedir uma esmola ou suplicar um favor, mas apenas para reclamar um direito que lhe assiste e não lhe pode ser negado.

Sabemos que o problema de Cabinda é um tabu para Portugal – o seu governo, as suas elites, a sua juventude. Apesar de tudo, é necessário que a questão seja suscitada, discutida calma e serenamente e as responsabilidades apuradas e assumidas sem preconceitos nem caça às bruxas, acusações ou insultos. Não só em relação a Portugal, mas também no que respeita a Angola e a Cabinda.

Esta pretensão decorre apenas da elementar exigência do “honeste vivere, nemine laedere, suum cuique tribuere”: a mais suméria, simples e indispensável racionalidade do direito.

Esta é a mensagem que nos últimos 35 anos, o povo de Cabinda tem tentado transmitir ao povo português. Infelizmente, ao nível de Lisboa, não tem encontrado interlocutor.

Há alguns anos, no limiar do novo milénio, o governo belga apresentou ao Povo da República Democrática do Congo desculpas formais e oficiais pelo seu envolvimento no assassinato de Petrice Lumumba, herói da independência daquele país africano e chefe do seu primeiro governo.

Para Cabinda, não é necessário que Portugal chegue a tanto: A este bastará apenas que proclame a verdade, dê o seu testemunho e ajude a comunidade internacional a encarar essa verdade, aplicando o direito que as regula (tanto a comunidade como a própria verdade ou situação que caracteriza e identifica o problema).

Os cabindas não exigem desculpas, nem mesmo as esperam. Apenas exigem a assunção da verdade e a realização da justiça, para o bem de todas as partes: De Cabinda, é verdade; mas também de Angola, de Portugal e da própria comunidade internacional, apostada em promover e garantir a democracia, favorecer o desenvolvimento e preservar a paz e a segurança internacionais, assegurando a igualdade de todos os povos, grandes e pequenos, fazendo respeitar os seus direitos e permitindo a realização das suas justas aspirações.

Cabinda é o único povo do planeta a quem é negado, sistemática e terminantemente, a compreensão, a amizade e a solidariedade. O único povo cujos direitos são calcados aos pés pela comunidade internacional. O único que, contra o direito e a lógica, é empurrado para soluções extremas, paradoxalmente, aquelas que são unanimemente condenadas e combatidas. Será que se quer um pretexto para eliminar os cabindas da face da terra?

Depois de 35 anos de mortes, é necessário que venha a ressurreição. É forçoso virar a página.

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#Posté le lundi 29 mars 2010 09:33

L' ANALYSE DU MAGASINE TALASSA SUR LA DETENTION DES CABINDAIS AU CONGO

Écrit par Talassa
Samedi, 20 Mars 2010 08:40


L'année dernière, plusieurs Vili ont réagi sur divers sujets dans notre journal. Parmi ceux-ci, on peut citer entre autre, le magistrat Collinet Mackosso, conseiller à la présidence de la république, directeur de cabinet de Mme Sassou et directeur exécutif du cabinet Géo-Ecostrapol et le colonel Cosmas Nzaou qui a eu plus d'une fois fustigé Mme Sassou et critiqué sévèrement la manière dont a été faite la désignation du roi Loango.





Depuis quelques temps, le colonel Cosmas Nzaou ne faisait plus signe de vie à la redaction de Talassa où il avait coutume de déposer ses papiers. C'est en se renseignant que l'infatiguable investigateur de Talassa se rendra compte que le colonel Cosmas Nzaou était incarcéré pendant deux mois à la Direction départementale du surveillance du territoire (DDST) de Pointe-Noire avant d'être jeté sans jugement la semaine dernière à la Maison d'arrêt de Pointe-Noire où il passe des durs moments.

M. Cosmas est-il victime de ses écrits révélateurs ou de son positionnement politique ?

Le colonel Cosmas Zaou, très controversé dans ses critiques politiques et culturelles, a témoigné de sa bonne foi d'officier supérieur des Fac pour se prêter aux services de la Direction Départementale de la Sécurité Territoriale (DDST) à Pointe-Noire, courant octobre et novembre 2009, avant le déroulement de la Can 2010 en Angola.

Cosmas Zaou a donné quelques pistes de solutions sur les autorités militaires et politiques de l'Enclave du Cabinda pour toute éventualité.

En décembre 2009, le colonel Cosmas s'est rendu à Brazzaville, pour des raisons sociales, où il est resté jusqu'en janvier 2010. Après l'attaque armée des Flec, il a été piqué à Brazzaville par des officiers supérieurs de la DGST qui l'ont transféré à la DDST de Pointe-Noire sous une fausse identité.

Le transfert à la DDST- Kouilou effectué dans l'anonymat et le colonel Cosmas est resté en détention à la DDST deux mois durant sous interrogatoires intensifs, avant d'être déféré à la Maison d'arrêt de notre capitale économique la semaine dernière.

On reprocherait à ce colonel d'être le commanditaire de l'attentat de l'équipe Togolaise au Cabinda.

Au moment où nous bouclons cette édition, son dossier vient d'être transmis auprès du procureur de la République au tribunal de grande instance de Pointe-Noire pour instructions et délibérations. Selon certains juristes, ce dossier à forte coloration politique, diplomatique et militaire, manque d'éléments d'appréciation et des preuves tangibles de complicité avec les éléments des armés Flec dont les mentors seraient connus des autorités congolaises et angolaises.

L'attaque armée des éléments de la Force de Libération de l'Enclave du Cabinda (FLEC) contre l'équipe nationale togolaise de football en préparation à Pointe-Noire au Congo pour participer à la coupe africaine des Nations de football, édition 2010, organisée en Angola, en janvier dernier, a déferlé la chronique de l'actualité politique sécuritaire et sportive entre le Congo- Brazzaville, l'Angola, le Togo et la Fifa.

A cette période du début de la compétition africaine de football en Angola, des signes d'alerte ont été donnés par les Flec aux différentes autorités des deux pays voisins, aux organisateurs de la Can, notamment à la Caf et à la Fifa sur les velléités politiques et militaires permanentes entre l'Angola et l'enclave du Cabinda en quête permanent d'un statut particulier pour accéder à une souveraineté nationale.

Ainsi, l'incident dramatique survenu au Cabinda contre les Togolais a suscité plusieurs interrogations au seuil des Etats voisins de l'Angola, à savoir les plus immédiats sur le dossier du Cabinda comme la RDC et le Congo où les ressortissants cabindais résident dans les pays limitrophes depuis des décennies, souvent avec une double nationalité et occupant des hautes fonctions politiques, administratives, militaires ou économiques. L'agression cabindaise sur l'équipe nationale togolaise a interpellé dès janvier 2010 la rédaction de Talassa qui a ouvert un dossier de reportage à Pointe-Noire et au Cabinda pour vérifier les informations divergentes ou concordantes diffusées par les média, souvent dans un esprit partisan, proche du pouvoir de Luanda en Angola, de l'opposition angolaise, de la rébellion cabindaise, des sources indépendantes et autres forces politiques alliées des mouvements indépendantistes basés à l'étranger.

Dans ces investigations à Pointe-Noire et au Cabinda, Talassa a collecté plusieurs versions de faits justifiant l'attaque armée des Togolais sur le territoire cabindais placé sous très haute surveillance par l'armée angolaise, en raison de la psychose permanente de guerre entretenue pour maîtriser les forces rebelles en présence.

Ce dispositif militaire impressionnant déployé au Cabinda reflète le système sécuritaire du régime policier de Luanda envers la province du Cabinda et les autres pays voisins immédiats.

Des suspects dans l'attaque des Flec

Au total, une dizaine de cadres militaires et civils ont été appréhendés par la Force publique, pour certains en détention depuis quatre mois dans des services de la surveillance du territoire qui sont devenus des maisons d'arrêt pour les détenus politiques.

Il est certes vrai que le colonel Nzaou Cosmas a décrié en 2009 dans le journal Talassa, les mauvaises pratiques du pouvoir, notamment dans les affaires de la royauté de Loango, la division et l'exécution des fils et filles du Kouilou, entretenue par l'entourage de la première Dame congolaise, ainsi que sur les dividendes des recettes pétrolières pour l'aménagement de la ville de Pointe-Noire et du département du Kouilou, cependant, il sied de dire haut et fort, selon nos investigations menées au Cabinda et à Pointe-Noire tout récemment, il ressort que Mme Antoinette Sassou n'est pour rien dans cette incarcération.

Des boucs émissaires pour justifier le complot

De l'avis de certains analystes politiques et stratèges militaires, cette attaque armée pouvait être commanditée par les forces politiques angolaises hostiles au régime de Luanda qui n'a pu organiser les élections présidentielles depuis 2002, ainsi que par d'autres forces dissidentes aux côtés des alliés des Flec pour faire monter la tension et la pression au sein de la communauté internationale, afin de se pencher progressivement sur la situation de la souveraineté de l'Enclave du Cabinda et l'organisation imminente des élections libres et transparentes en Angola.

En définitive, posons-nous la question de savoir, pourquoi, depuis la mort de Jonas Mulhero Savimbi, en février 2001, des élections libres, démocratiques et transparentes n'ont jamais été organisées en Angola ?

Comme quoi, l'affaire du Cabinda pourrait bien cacher d'autres pistes qui échapperaient encore à la mémoire collective.

Prélude d'y revenir sur cette arrestation arbitraire, la question que Talassa se pose est celle de savoir, comment et pourquoi peut-on détenir une personne à la DDST pendant des mois alors que la loi n'autorise que 72 heures de garde-à-vue.

Ghys Fortune DOMBE BEMBA



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#Posté le lundi 22 mars 2010 22:16

LA TRISTE HUMILLIATION DU PRETRE RAUL TATI

Eglise méthodiste du Cabinda fait ce qui doit être fait par l'Église catholique ...
Selon le CLUB- K cité par les Noticias lusofonas ,un groupe de l'Eglise méthodiste du Cabinda, aiderait l'ancien Vicaire Général de l'enclave occupée par l'Angola, le prêtre catholique Raúl Tati, qui est détenue dans la prison de Yabi pour crime contre la sécurité d'Etat.

Un vieil ami un prêtre parle que , cette Eglise catholique n'est cette Église de Christ auquel je dois m'agenouiller. "
L'Eglise méthodiste aide le prêtre Raul Tati, notamment par les denrées alimentaires, qu'il partage avec les autres détenus qui, comme lui, ont commis le «crime» de vouloir le meilleur pour son peuple. Cette mission devrait être celle de l'Eglise catholique, mais Dom Filomeno Vieira Dias, le soit disant évêque de Cabinda, s'agenouille devant le régime angolais, en oubliant les préceptes les plus fondamentaux de son Eglise.

Et tandis que Raul Tati est en cellule 18, où était Fernando Lelo, avec Belchior Tati a la cellule 14 et Francisco Luemba au 12 ans, L' évêque Filomeno Vieira Dias va en prison en chantant et riant comme la communauté internationale, avec le Portugal et la CPLP en tête.

En fait, comme il l' a été dit et redit ici, la hiérarchie de l'Eglise catholique d'Angola continue à vouloir plaire à Dieu et au Diable, humiliant par tout les moyens les fondaments les plus sublimes de lutter pour la vérité et l'esprit de cette mission devrait être de donner la voix à ceux qui n'en ont pas.

Apparemment, avec l'enormité massives des violations des droits de l'homme au Cabinda, avec la manière combien méprisables que les autorités coloniales angolaises traitent avec les pauvres citoyens du Cabinda, cela intéresse peu l'Eglise catholique. Cela par le fait qu' en effet, le régime colonial achète sa lâcheté qui leur donne les avantages d' être à genoux devant le MPLA.

Raul Tati est humiliée physiquement et psychologiquement, mais l'Eglise catholique prétend qu'il est bien , en refusant de dénoncer - comme il se doit - les conditions abominables dans lesquelles le prêtre et tous les autres détenus essaient de survivre.
Publié par Orlando Castro

Igreja Metodista de Cabinda faz o que deveria ser feito pela Igreja Católica...
Segundo o Club-k, citado pelo Notícias Lusófonas, um grupo da Igreja Metodista em Cabinda, está a ajudar o antigo Vigário geral do enclave ocupado por Angola, o Padre católico Raúl Tati, que se encontra detido na prisão do Yabe por suposto crime contra a segurança de Estado.

Como afirma um Velho amigo, também padre, “esta Igreja Católica não é a Igreja daquele Cristo a que me devo ajoelhar”.

Da ajuda que a Igreja Metodista dá ao padre Tati, sobretudo alimentos, este divide-a com outros detidos que, tal como ele, cometeram o “crime” de querer o melhor para o seu Povo. Esta missão deveria ser da Igreja Católica, mas Dom Filomeno Vieira Dias, Bispo de Cabinda, ajoelha-se perante o regime angolano, esquecendo os mais elementares mandamentos da sua Igreja.

E enquanto Raul Tati está na cela cela 18, onde no passado esteve Fernando Lelo, estando Belchior Tati na 14 e Francisco Luemba na 12, Dom Filomeno Vieira Dias lá vai cantando e rindo, bem como a comunidade internacional, com a CPLP e Portugal à cabeça.

De facto, como aqui tem sido dito e redito, a hierarquia da Igreja Católica de Angola continua a querer agradar a Deus e ao Diabo, aviltando os seus mais sublimes fundamentos de luta pela verdade e do espírito de missão que deveria ser o de dar voz a quem a não tem.

Ao que parece, a enorme violação dos direitos humanos em Cabinda, a forma execrável como as autoridades coloniais de Angola tratam impolutos cidadãos de Cabinda, parece pouco interessar à Igreja Católica. Isto porque, de facto, o regime colonial compra a sua cobardia dando-lhe as mordomias que a leva a estar de joelhos perante o MPLA.

Raul Tati está a ser humilhado física e psicologicamente e, apesar disso, a Igreja Católica faz de conta que ele até está bem, recusando-se a denunciar – como é seu dever – as abomináveis condições em que o padre e todos os outros detidos tentam sobreviver.
Publicada por Orlando Castro
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#Posté le vendredi 12 mars 2010 23:23

MAINTENANT LE GOUVERNEMENT DU MPLA SIGNIFIE LES ARRESTATIONS APRES AVOIR NIES LES FAITS SUR LESQULLES ELLES ETAIENT FONDEES

Dernière minute: Le regimme angolais annonce qu'il jugera Le Père Tati comme auteur de l'attentat du FLEC:
Le regime l annonce qu'il jugera Le Père Tati comme auteur de l'attentat du FLEC
Vendredi, Mars 12, 2010 23:02
Lisbonnes - Selon les informations de dernière minute, le père Raul Tati, le Dr Francisco Luemba, le Dr Belcior Lanzi Tati et Joseph Benjamin Fuca ont été signifié hier,le 11 Mars, de la plainte déposée par le Procureur général près la Cour de Justice du Cabinda. Elle a déclaré que les accusés seront jugés pour etres les auteurs l'attaque contre l'équipe du Togo, ainsi que par le maintien des contacts avec le FLEC.
Les autorités ont maintenant les preuves de luers accusations.
Aux sieurs André Zéferino Puati ,Joao Antonio Puati, Daniel Simba et l'ingenieur Barnabé Paca Peso il n'ya aps encore une quelconque accusation. Le cas suscite beaucoup de points d'interrogations sur les conditions de leurs detentions.
Pour le moment il n' y a aucune information si les avocats ont été convoqué ou pas. Un observateur averti pense qu'il ya eu un pré-jugement.On dirait qu'il y aurait plus de faits dans cette histoire que ce qui apparait au regard de tout le monde. Il serait urgent qu'il y ait une mobolisation des avocats pour pre,dre en main le proces et se préparer convenablement pour la defense.
Selon des données des services secrets, les autorités angolaises prevoient,de present au tribunal, commes preuves de leurs implications un enregistrement des vois attribuée au Père Raul Tati donnant des instructions pour la poursuite de l'attaque terroriste qui a eu lieu dans la zonr de massabi contre la selection du Togo au Cabinda.
Última Hora: Regime anuncia que vai julgar Padre Tati como autor do ataque da FLEC
Lisboa - De acordo com informações de ultima hora, os senhores Pe. Raul Tati, Dr Francisco Luemba, Dr Belcior Lanzi Tati e José Benjamin Fuca foram notificados ontem, dia 11 de Março, da acusação feita pelo Ministério Público junto do Tribunal da Comarca de Cabinda. Segundo a nota, os arguídos vão ser julgados por se apurar serem os autores morais do ataque contra a equipa do Togo, para além de manterem contactos com a FLEC.
Autoridades já tem provas para incriminar
Aos senhores Andre Zeferino Puati, João António Puati , Daniel Simba e Eng. Barnabe Paca Peso não foi apresentada qualquer notificaçào. O caso tem suscitado interrogações sobre as condições da sua detenção.
De momento não há qualquer informação se os advogados já foram notificados ou não. Observador competente nota haver um pre-julgamento . “Parece haver mais factos nesta historia além do que salta à vista. É necessário uma urgente mobilização de advogados para tomarem em mão o processo e, se prepararem devidamente para a defesa.”, diz.
De acordo com dados de “inteligence”, as autoridades angolanas prevêem, em tribunal, apresentar como prova da implicação dos mesmos, uma gravação com vozes atribuidas ao Padre Raul Tati dando instruções para o seguimento do ataque terrorista ocorrido na zona de massadi contra a seleção do Togo, em Cabinda.
Fonte: Club-k.net

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#Posté le vendredi 12 mars 2010 22:46

CE QUI CARACTERISE AUJOURD'HUI LES RELATIONS "ANGOLA -PORTUGAL"

O primeiro ministro português, José Sócrates, salientou hoje em Lisboa o esforço que a CPLP desenvolveu nos últimos anos para "acentuar a coesão" entre os membros do bloco lusófono nas áreas da democracia, direitos humanos e reforço do estado de direito.

Democracia? Direitos humanos? Estado de direito? Será que José Sócrates sabe mesmo quais são os estados que fazem parte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa?

Ou, sabendo-o, considera que Angola, a Guiné-Bissau e até mesmo Moçambique (embora este noutra escala) são exemplos de democracia quando 70% dos angolanos vive na miséria e vota com a barriga, de direitos humanos quando em Cabinda há presos – se é que alguns ainda não morreram - por delito de opinião, de um estado de direito quando o presidente angolano não foi eleito?

"Se há matéria onde podemos concordar inteiramente é que ao longo dos últimos anos a CPLP fez um grande esforço para acentuar a coesão entre os estados-membros nas áreas da democracia, direitos humanos e no reforço do estado de direito", destacou ipsis verbis José Sócrates, durante a sessão plenária da II Reunião da Assembleia Parlamentar do bloco lusófono (AP-CPLP), que decorre em Lisboa até quarta feira.

Dirigindo-se às delegações dos países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, no parlamento português, José Sócrates salientou a "importância" e o "contributo" que a AP-CPLP deu para o reforço e coesão da CPLP, que é "absolutamente inestimável".

Ainda no passado dia 20 de Janeiro, a Human Rights Watch no seu relatório anual revelou que Angola enfrenta problemas de desrespeito pelos direitos humanos, incluindo a falta de liberdade de expressão, a tortura e a violência.



Onde estava a CPLP? Onde estava o Governo das ocidentais praias lusitanas?

É claro que José Sócrates não leu o relatório. Temeu, creio eu, que em matéria da liberdade de expressão a Human Rights Watch poderia também falar dos muitos jornalista que no reino lusitano foram, são e serão substituídos por operários formatados para terem apenas a liberdade de expressarem o que o chefe manda.

"Mais de um ano após as eleições parlamentares de 2008 em Angola, as primeiras desde 1992, os angolanos não puderam ainda, como planeado, votar numa eleição presidencial. O governo adiou a realização desta para após a revisão constitucional”, referia o relatório anual da organização internacional de direitos humanos.

O documento referia que nova Constituição estava a ser fortemente influenciada (uma forma simpática de dizer determinada) pelo actual presidente, José Eduardo dos Santos - há 31 anos no poder - e dominada pelo partido no Governo desde 1975, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), que detém 191 dos 220 assentos no Parlamento.

Para o ano, certamente que a HRW falará também (já o podia fazer este ano) da situação em Cabinda, território ocupado por Angola, onde só existe a lei da força. Lei essa que, um pouco à semelhança do que se passa em Angola, continua a dar total liberdade aos angolanos para estarem de acordo com o regime do MPLA.

Se as autoridades portuguesas (Presidência da República, Governo, Parlamento etc.) lessem este relatório poderiam, digo eu, perceber melhor o que é o regime angolano. É claro que não o vão ler, aguardando Lisboa pela chegada da versão revista e actualizada feita (com direito a autógrafo) pela nova dona das ocidentais praias lusitanas, Isabel dos Santos.

Nessa versão, no prefácio da autoria da filha do homólogo angolano de Cavaco Silva, deverá vir uma recomendação essencial: mantenham-se de cócoras que não faltará dinheiro do petróleo e similares para ajudar a diminuir o défice português, bem como os 40% de pobres e os mais de 700 mil desempregados.

TEXTE ORIGINAL DE ORLANDO CASTRO
altohama.blogspot.com
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#Posté le mercredi 10 mars 2010 11:47

CE QUI A FAIT PEUR AU MPLA ET QUI A DECLENCHE LES ARRESTATIONS AU CABINDA

CORRUPTION , DEGENERESCENCE ET MANIPULATION AU CABINDA - DE BENTO BEMBE A NZITA MBEMBA ET DE BELCHIOR A NZITA TIAGO, LE PLAN DIABOLIQUE A DEMARER EN 2009 DU MPLA EST DEJA EN ROUTE,RESTE L'ELIMINATION DE NZITA TIAGO ET LE RESTE SERA FACILE POUR LE MPLA. JE PUBLIE ET COMMENTE ICI EN GUISE DE MEMOIRE UN ARTICLE DE 2009 TIRER SUR LE SITE DE MPALABANDA

En Février de 2009, Eduardo dos Santos, Président de la République d'Angola, a reçu en audience, à Luanda, en plein jour et sous les faisceaux des projecteurs des médias, Nzita Mbemba, fils de Nzita Henriques TIAGO.

Après son arrivée à Luanda par les mains de l'ambassadeur Miguel Costa, Nzita Mbemba a ainsi été confirmé que le prochain chef d'une autre aventure des négociations que le MPLA, le gouvernement angolais et Eduardo dos Santos veulent organiser dans les mois à venir.

Eduardo dos Santos n'a pas été impliqué directement et publiquement dans les pseudo-négociations qui ont abouti à la signature du Mémorandum d'entente de Namibe, le 1er août 2006. Avant cet événement, il a reçu Bento Bembe (deux ou trois fois), mais toujours au milieu de la nuit ou loin des projecteurs des médias. C'était un ballon d'essai. Son attitude et sa position officielle devrait dépendre du succès ou de l'échec de cet essai-.

Face à l'échec de cette aventure (confirmée par la poursuite de la guerre), il a commencé à dire, les scènes que Bento Bembe avait trompé le gouvernement angolais, y compri lui-même en tant que leader incontesté et représentatif de toutes les tendances et les sensibilités du nationalisme au Cabinda. Et en août 2007, il a quitté son silence et a admis publiquement et officiellement, au Cabinda, que le memorandum n'était pas un travail, c'est un processus imparfait, que dans les mois à venir, pourrait être améliorée.

il semble avoir commencé avec la visite de Nzita Mbemba, à Luanda, le processus d'amélioration de la note. Par conséquent, on se pose la question suivante: un processus intrinsèque et totalement raté peut il être amélioré? Et, si possible, nous pouvons l'améliorer en adoptant les mêmes stratégies, les mêmes tactiques, les mêmes tours, la même fraude qui a caractérisé l'étape précédente?

La tactique du passé

Non seulement les nationalistes Cabindais qui ont fait échoué le processus de paix présumée. Mais aussi les églises angolaises, invités à assister au processus, ont presenté des excuses de ne pas ratifier les fraudes massives qui ont caractérisé et cristallisé ce memorandum.

De même, les missions diplomatiques, à Luanda, en général, avaient également adopté une position de prudence, en se mettant en marge des cérémonies (ou les parodies) officielles.

Mais l'Angola n'a pas appris la leçon. Ainsi, la fraude continue. Ou, peut-être, à nouveau. Nzita Mbemba représente pas quelque chose pour les Cabindais et n'importe qui. Mais il est un partenaire valable choisi par Luanda: l'interlocuteur validée par Eduardo dos Santos. Par conséquent, en plus de rencontres avec le président angolais il a voulu lui donner du crédit et de visibilité, Nzita Mbemba a reçu une malette de notes vertes: on parle d'un million de dollars selon certains spéculateurs mais nous savons qu'il a été roulé dans la farine et Dos santos s'est moqué de lui a la fin de l'audience en privé.


Et, comme ne pouvait recevoir les recommandations les plus élémentaires, appelées par euphémisme, des conseils ou des suggestions: que les Cabindais ne doivent pas harceler ou marginaliser Bento Bembe, en dépit de ses manquements. Cela devrait comprendre la délégation de pouvoirs fictifs sur des arrangement avec certains Cabindais.

En plus de cela ,L'appelant validée(Antoine Nzita) devrait impliquer toutes les franges et les sensibilités de la société cabindaise surtout dans les milieux nationalistes (obtenir ce que Bento n'a pas pu obtenir)! Cela signifie que les menaces et les violations devraient etre appliquées en bonnes mains et intensifier la corruption et l'achat des consciences dans les milieux des FAC-.

Et, comme on pouvait s'y attendre, Nzita Mbemba a jeté l'appât au sein de la guérilla. Ici le choix est Chris, nom de guerre de Christovao Mabiala. Acheté par le Département militaire, par les pouvoirs publics (groupe opérationnel du renseignement) eait destiné à être général des FAA, Chris s'etait déjà rendus aux autorités angolaises. Il est toujours accompagné un certain tractor charismatique et légendaire, vaincu par la maladie et l'âge et par la lassitude de travaux pénibles de maquisard dans lequel il a été, jusqu'en 2004, un flambeau redouté par l'armée ennemie.

Les man½uvres sont vieilles et en disent long sur la stratégie du MPLA. Comme on le sait, l'Angola n'a que deux choix pour le Cabinda: la violence (les guerres, les poursuites, les arrestations, les menaces, l'injustice, les interdictions de sortie, les dissolutions d'organisations, etc.) Ou la manipulation (la persuasion, l'intimidation, la corruption ...). Il n'ya pas de place pour la vérité, l'équité et la transparence.

En effet, en 1994, à Kinshasa, le Général Pédale, originaire du Cabinda avait mis en garde les cabindais a travers du FLEC Renové que le parti au pouvoir n'acceptera jamais de négocier avec le FLEC s'il était unis , il fallait d'abord les avoir et les diviser, 'opposer leurs dirigeants et leurs membres les uns aux autres, les manipuler et les retourner contre les intérêts de leur peuple afin de pouvoir choisir les faibles avec qui il fallait négocier.

Et le MPLA est resté fidèle et sadique dans sa stratégie. Dans le même temps d'acheter ceux dont la conscience, la compétence et la disponibilité sont à vendre, et chercher à éliminer ou neutraliser ceux qui sont considerer ou pris comme des irréductibles.

Les escroqueries aussi on sont nombreuses. Soit perd son emploi, pendant que d'autres seront traduits en justice, jugés et condamnés dans des affaires de complaisance, créé à partir de rien. D'autres seront ciblées par la diffamation et la calomnie dans le but de les discréditer et de les rendre inoffensifs ou pire encore, de les faire maudir et haïr par les leurs, convaincus d'avoir trahi la cause noble du Cabinda.

Mais aujourd'hui, les défis les choses sont plus graves et même plus pertinente, compte tenu des contraintes de temps et la situation qui prévaut au Cabinda ne peut plus continuer plus longtemps, au risque de discréditer totalement l'Angola et imposer des solutions longtemps rejeté. Par conséquent, le gouvernement angolais a décidé d'agir de manière agressive meme dans les pays voisins, soupçonné d'être un terrain fertile pour la lutte de l'indépendance du Cabinda (malgré le contrôle de leurs gouvernements).

Comme l'action développée dans son propre territoire soulèvent souvent la méfiance ou l'incroyance, l'Angola fera appel aux tribunaux d'autres pays. Le cas du journaliste Fernando Lelo lui a causé beaucoup de déceptions: Vous ne pouvez pas répéter cette expérience. Par conséquent, la référence est maintenant devant les tribunaux d'autres pays.Et cela est déjà en marche à partir du premier tribunal de grande instance de Pointe Noire.

Certains fonctionnaires des renseignements à Pointe-Noire en République du Congo, ont reçu une liste avec les noms des cabindais supposés etre des militants du FLEC et des dirigeants de la société civile du Cabinda. En tête de la liste, demeure toujours le nom de d'Augostinho Chicaia accusé de diffamation et de vilipender le gouvernement angolais à l'égard de l'opinion internationale, et ses accusations de violations des droits de l'homme imaginaire sont totalement fausses selon Luanda et ses valets locaux et autres adeptes de la poignet de main du desespoir.

Si à Pointe Noire (comme cela arrive souvent), les organismes de défense et de sécurité congolaises devraient mettre leurs mains a contribution en tendant des pièges aux populations cabindaises qui y ont trouvé refuge(en les plaçant dans des positions marginales ou criminelles), de les arrêter, les emmener au tribunal, et essayer de les condamner. Après la condamnation, l'Angola interviendra pour les demander à être rapatriés, et pour se conformer à les mettre dans des conditions de détention ignoble dans le camps de concentration de yabi digne d'un model nazi au Cabinda. Le plan est en cours! Cabindais et cabindaises reveillons nous ,soyons vigilents car la nation est en danger.

Après tout les ordinateurs et les moyens pacifiques ne suffisent pas, il faut se battre sur tout les plans et avec tout les moyens possibles, par les greves, les marches et paralyser les secteurs de l'economie importante dans le cabinda, qui donne du blé au MPLA.: Nous avons aussi besoin de surmonter les réserves de nos capacitées mentales et intellectuelles pour convaincre la communauté internationale qui fait semblant de trainer les pieds pour notre cause des lors que ces interets ne sont pas menacé, nous en appellons à une paralisation de Malongo. Menacer les revenus du pétrole et des occasions d'affaires généreusement distribués, comme toujours, cela devraient menacer le calme et la joie de la communauté internationale (ou ce qu'il en reste!), et rendre difficile au MPLA sur l'achat de leur complicité et leur silence!

BELCHIOR ,RAUL TATI,FRANCISCO LUEMBA ET TANT D'AUTRE N'EST QUE LE COMMENCEMENT D'UN PROJET DESTINE A LA DECPITATION FINALE DU NATIONALISME CABINDAIS

Malheur aux CABINDAIS si nous ne faisons RIEN!

MALHEUR au PETROLE
Traduit et Commenter Par Osvaldo Franque Buela
tchiowa.skyrock.com
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#Posté le samedi 06 mars 2010 21:38

Modifié le samedi 06 mars 2010 21:54

JOSE MARCOS MAVUNGO PARLE DES DROITS DE L'HOMME AU CABINDA DEPUIS BENGUELA EN ANGOLA

THEME: "LA SITUATION AU CABINDA PAR RAPPORT AUX DEFENSEURS DES DROITS DE L'HOMME
- L'EXPERIENCE DE MPALABANDA ASSOCIATION CIVIQUE DE CABINDA.


Président: José Marcos Mavungo
(Activiste Civique des droits de l'homme et membre de la Société civile du Cabinda)

Tout d'abord je tiens à transmettre mes salutations cordiales à tous les participants à ce débat et pour votre aimable invitation de OMUNGA à moi. Mes remerciements s'adressent spécialement au représentant de cette institution à Benguela, Monsieur le Président José patricinio pour la fraternité et son attention évidente au drame des droits de l'homme au Cabinda.

Les questions relatives à la société civile sont de plus en plus au centre du conflit social, du débat culturel et de l'agenda politique, parce que la démocratie ne peut pas se construire ou se renforcer si la citoyenneté est un exercice limité aux maigres classes sociales , de la classe politique. Par conséquent, il a semblé opportun de participer au cinquième débat de cette semaine à Benguela avec notre expérience sur le sujet: La situation au Cabinda par rapport aux défenseurs des droits de l'homme - l'expérience de Mpalabanda. Le contexte de ces défis a résumé de manière symbolique, les épreuves générales qui se posent pour le développement de la démocratie et la primauté du droit en Angola.

Contexte et enjeux

L'expérience civique en Angola est étroitement liée aux éléments historiques et subjectives, dont la structure est influencée de manière décisive par la guerre qui a ravagé le pays pendant trente-trois ans et dans la poursuite du conflit au Cabinda, ce qui donne aux acteurs les positions politiques de défense militaristes qui peuvent se comprendre.

En outre, la structure naturelle de l'Angola est si riche avec des perspectives intéressantes, est exposé aux «fins en position de proie» - parce que l'impact de leurs richesses naturelles sur la vie des gens devient encore plus précieux pour les connaissances historiques concernant les principaux aspects indispensables pour réaliser la pleine lumière de l'histoire d'un conflit d'intérêt, ce qui a empêché la mise en ½uvre de politiques susceptibles de parvenir à la stabilité d'institutions et d'éliminer la pauvreté.

Dans le cas du Cabinda, le conflit d'intérêt n'est pas seulement dans la gestion de la richesse d'un territoire outrageusement riche, mais surtout de faire face au délicat "cas du Cabinda», la fonctionnalité de la gouvernance actuelle du Cabinda, est le rejet de la loi et de la dignité de tout un peuple, c'est donc claire que la propre civilisation angolaise se désagrège lorsque les organes chargés de la recherche et l'investigation des affaires criminelles n'est pas capable d'observer strictement les normes internationales de procès équitable et du droit en vigueur.

Bien que, le 1er août 2006, a été réalisé dans les accords de paix de Namibe, une faible tentative d'abord de créer un corps de droit de la spécificité du Cabinda, et d'un gouvernement provincial capable de les adopter et de les appliquer, les intérêts politiques du système "en place" ont marché dans la direction opposée: pour la guerre et le dogme, par l'expulsion dans les principales institutions des individus prestigieux liés au processus de paix pour le Cabinda. Cette réaction politique globale a atteint son apogée par les expulsions actuelles des membres de la société civile réputés pour leurs insistances sur la protection des droits de l'homme et par la recherche d'une solution pacifique à la question du Cabinda. Personne ne peut imaginer la gravité des pertes causées par ces arrestations.

Ainsi, depuis 1975, la société civile angolaise est desapointée par la déclaration du Pétro-Etat, où la «logique des balles» demeure une forme de gouvernance et du relationement entre les acteurs sociaux avec d'autres personnes. Les institutions démocratiques sorties à peine de la destruction et de la guerre opèrent dans un environnement hostile - marchent vers la démocratie ou la primauté du droit est en déphasage avec des positions défensives et militaristes, en l'absence d'une loi. En outre, les attaques contre la culture et, en général, tout ce que signifie une discussion ouverte, sans tabou (,sur la «question de Cabinda, la question de la transparence dans la gestion publique et la question du fonctionnement de la magistrature).

Aujourd'hui, l'Association de défense des droits de l'homme fait l'objet d'attaques de la classe politique au pouvoir, les pratiques et les modèles, c'est la diabolisation des ONG par la UTCAH, qui sont une véritable conspiration contre les droits de l'homme, des libertés fondamentales, la gestion et la transparence des affaires publiques et, la solution équitable de la question "de Cabinda". Ce qui m'étonne, c'est qu'il ya encore des gens en Angola, pour qui "les droits de l'homme ne remplissent pas l'estomac." Il est donc surprenant que le pouvoir en Angola est devenu en un temps un instrument de l'oppression et des la domination entres frères pour leur enrichissement personnel et pour l'exploitation des personnes.

Dans ce contexte, si la loi existante est bonne, plus de réglages, le pouvoir publique est devevue un obstacle pour la réalisation de la justice, avec l'incapacité d'assumer pleinement le devoir d'arbitrage dans la vie sociale. Malgré les perspectives actuelles de changement de Constitution, il existe encore de nombreux défis graves - dont certains sont une nouveauté de confusion - soulevés contre l'opposition et les libertés, car la politique de "bouchon" que le régime a toujours suivi manifeste aujourd'hui par la mise en ½uvre progressive d'un projet de pouvoir totalitaire, d'où l'expulsion d'une opposition des institutions politiques est la plus pertinente.

Mpalabanda, notre projet et des occupations civiles.

Dans ce contexte, le projet Mpalabanda a été d'un humanisme intégral, qui a le sens spécifique de ce qui constitue la "Mutu Monho Thalu uke" (comme on dit dans Cabinda), le caractère sacré de l'intangibilité de la vie humaine a trouvé sa juste valeur. C'est un projet dominée par le souci de la destinée humaine au Cabinda,au centre de quoi les faits sont mis en place comme par un coup de poignard exprimées par la violence et le fascisme, l'humiliation et la peur, l'anarchie des idées et le copinage, la complicité, la kleptocratie et la corruption, les arrestations arbitraires et la persécution républicaine, l'assassinat et le viol, la pauvreté et la criminalité.

Dans cette perspecpective, et a part d'etre la sonette d'une alarme contre l'arbitraire, les meurtres et les abus de pouvoir, notre projet est un pont entre le peuple et la politique, en vue d'une juste solution de la «Question du Cabinda" et d'une gestion rationnelle de la vie socio-politique des ressources naturelles.

Notre stratégie a gravité dans la zone frontalière entre la personne de soutien minimum du système de gouvernance et en denonçant le système de défense par les plaintes, de mobiliser la population à exercer leurs droits de citoyenneté. Il s'agissait de la vitalité de la formation de nos militants dans le contexte des stratégies pour mobiliser la population en général et de la communication, en particulier.

La grande difficulté rencontrée par cette strategie se trouve dans la tentative du contrôle des droits de l'homme et de la gestion transparente des affaires publiques, du Petro-État angolais dans lequel le progrès accéléré des techniques dl'exploitation pétrolière qui est devenue un instrument anachronique, suicidaires et non au profit de résoudre les conflits d'intérêt, dont l'égoïsme et les ambitions effrénées des dirigeants de groupes puissants à conduire la lutte socio-économiques des politiques sans merci, tandis qu'une grande partie de la population n'a pas les équipements de base - seulement 34% de la population consomme de l'eau potable et plus de 68% vivent au-dessous du seuil de la pauvreté et les maladies infantiles atteignent dess proportions d'un fléau réel.

Compte tenu de cette situation, les options que Mpalabanda a été confrontés ont abouti à ce que les psychologues appellent «l'approche des conflits - et l'exclusion" avec l'appareil du pouvoir. Voilà comment le gouvernement a fait le saut extra-judiciaire, qui a déclenché l'illegaização de Mpalabanda en Juillet 2006 - Pour autant le tribunal provincial de Cabinda n'aurait pas osé faire l'hypothèse de l'extinction de cette association, si la conscience du juge n'avait pas trouvé leurs prestations par des ordres venant des instances supérieure .

Cette extinction a été, avant tout, une intention politique claire d'ecarter plus des institutions socio-politique, les acteurs sociaux les plus actuants dont certains ont des responsabilités dans l'Eglise et dans le gouvernement. Mais le régime ne s'arrête pas là. Il a averti, par ailleurs, que devra être respectée toute exclusion au sein de ces institutions, de toute objection au «Protocole d'entente pour la paix et la réconciliation au Cabinda. De toute évidence, la mise en garde qui visait le Mpalabanda est encore actuellement en vigeur dans toutes les institutions de la vie sociale au Cabinda.

Progressivement, l'avènement du présent avis est devenue une vague de harcèlement contre tous les opposants au protocole d'entente dont les anciens dirigeants de Mpalabanda sont les plus privilégiés. Impossible d'y échapper, tous sont marqués par leurs opinions sur les violations des droits de l'homme et le processus de paix de Namibe. Parmi les trois militants des droits de l'homme arrêtés Janvier dernier sur des accusations de crimes contre la sûreté de l'Etat, il est clair que derrière ces accusations se cachent les ressentiments des divers types et les man½uvres politiques associées à cette vague de harcèlement. L'attaque, de triste mémoire, commit par le FLEC contre la colonne militaire qui accompaganit l'équipe du Togo était juste un prétexte. Par conséquent, il n'est pas étrange qu'après l'arrestation, les autorités judiciairesmaintienent toujours en prison et sans jugement du point de vue juridique, les accusations formulées à leur manque de preuves.

Comme vous pouvez le voir, nous sommes victimes d'un cantonnement excessif fondée sur un despotisme féodal féroce, beaucoup plus forte lorsqu'il n'y a pas la compétence d'une manière indépendante de la politique, la liberté est conquise et la censure aussi, privés de la liberté d'expression, la presse se trouve à l'état " "vérité officielle dictée dans la manipulation" offshore des masses; et la violations des droits du procès équitable ont la cotation en bourse, la liste des meurtres, agressions, passages à tabac, de harcèlement, d'arrestations arbitraires et des prisonniers de conscience se prolonge.

D'autre part, la paix pour le Cabinda tant médiatisée par les médias d'Etat ne résout pas le problème des droits de l'homme, le mémorandum d'entente ne fait que renforcer le système de répression et la position de ses opérateurs dans l'amélioration de leurs performances.

Pour un conflit qui existe, au Cabinda, nous entendons, presque quotidiennement, des histoires tragiques de victimes chez les militaires ou civils. La loi existe, mais les autorités sont engagées dans de gagner la guerre à tout prix, mais pas selon les normes universelles de justice et la loi en vigueur. Cet échec du Cabinda (détentions arbitraires, les assassinats, les persécutions républicaine, l'accumulation de malheurs) - comme le fut de 2006, avec la signature du mémorandum d'entente - et même dans une certaine mesure depuis 1975 - est avant tout le reflet de l'état de la Justice au Cabinda.

Les arrestations et l'état de la justice au Cabinda:

Sur ce point, je dois souligner les points suivants:

On a identifié quarante et un (41) cas d'arrestations, dont vingt-neuf (29) dans le pénitencier de Yabi Unité (upy), y compris les arrestations d'octobre en RDC, les cinq (5) qui se sont tenue dans la ville de Cabinda et les deux (2 ) à Massabi en Janvier, à la suite de l'attentat par le FLEC contre la colonne militaire qui transportait l'équipe du Togo, et l'affaire de l'Ingénieur Barnabé Paca Puati arrêté le 14 Février. Quinze d'entre elles ont été soigneusement condamné par des peines allant entre 16 et 24 ans;




La charge qui pèse sur les accusés pour le crime d'autres actes contre la sûreté de l'Etat, Article 26. Loi 7 Mai 78 , ou des crimes de possession illégale d'armes à feu. La plupart de ces accusés ont été arrêtés à leur domicile, certains dans leurs plantations. En outre, tout ce que nous savons, c'est que les arrestations n'ont pas été motivé par un mandat d'arret du ministère public "(sauf le cas de procédure des cinq prisonniers dans la ville de Cabinda, entre le 8 et 17 Janvier 2010) et rien sur la leur arrestation n'a été établit par un acte;

Tous sont des arrestations arbitraires sans base juridique. Ils ont été effectués sur instruction de la politique ou par des militaires, non par la force du droit, comme dans le cas de flagrant délit, ou par décision de justice lorsqu'elle délivre un mandat d'arrêt conformément aux dispositions légales en vigueur. Dans certains cas, par exemple les arrestations de Janvier ont été opéré avec des mandats d'arrêt émis et accusés par la DPIC-Cabinda, mais les instructions venaient des autorités de Luanda. Mais dans la plupart des cas (depuis trente-cinq ans), les arrestations ont été faites par des membres des FAA sans aucun mandat d'arrêt, puis exécutés des arrestations en dehors de leur juridiction. En ce qui concerne les arrestations effectuées par des éléments des FAA, les affaires ont été simplement mené par les services de contre-espionnage militaire ou SINFO , beaucoup ont été torturé par des soldats et forcés à signer des documents.

Les conditions de détention dans la DPIC-Cabinda ne répondent pas aux normes des exigences d'hygiène, les détenus sont entassés dans des salles avec de l'urine, les selles, et pas de lits. Par exemple, le père Raul Tati, le Dr Belchior Lanzo Tati et de M. Francisco Luemba ont été arrêtés et emmenés dans ces cellules, où ils ont été durant les trois premiers jours de détention. Maltraités, pouilleux , sans alimentation, M. Pe Raúl Tati est maintenant en mauvaise état de santé dans le pénitencier de Yabi Unité (upy). D'un autre côté, il ya un excès de liberté surveillée de la part de la Police nationale (PN).

En L'absence d'un juge civil, ou militaire l'instinct politique submerge la raison. Dans l'unité pénitentiaire Yabi (upy), la plupart des cas ont été jugés par des juges qui retiennent un délit contre les sujets de sécurité de l'Etat sans preuve matérielle, tout simplement parce que les accusés ont été dans des villages près d'où partent les attaques du FLEC contre les FAA. Mais rien n'indique que la police a mené une enquête criminelle concernant les attaques qui sont perpétrées par le FLEC. La loi angolaise interdit la peine de mort, mais il a été signalé plusieurs cas d'exécutions sommaires, sans que l'accusé (en général militaire) ait presenté à la Cour.

La Cour suprême ne fonctionne pas. Les efforts visant à signaler les cas de procès inéquitables à cette institution ne garantit pas un procès équitable. Jusque-là rien n'est connu sur les caractéristiques des cas visés, nous n'avons pas pu arriver sur des jugements qui établissent des précédents et d'être en mesure de profiter d'autres cas. Par exemple, dans l'irrationalité du processus qui a déclenché l'illégalité de Mpalabanda, un recours a été fait devant la Cour suprême de justice, mais cette dernière a nié le droit à un procès équitable, et depuis plus plus de trois (3) ans depuis l'introduction de ce recours nous n'avons aucune réponse.

Enfin, les violations des droits humains au Cabinda sont le reflet de la crise au sein des institutions politiques et juridiques en Angola, et à un degré qui a sans doute jamais été atteint en Angola: le politique et le militaire se mettent au dessus des lois, des conventions internationales et Normes universelles, et jouissent éventuellement de crédit de la persécution républicaine normale, pour les meurtres et le terrorisme d'État. Le plus grave est que, plutôt que des criminels, sont persécutés et emprisonnés les membres de la société civile, reconnue pour leurs insistance sur la protection des droits de l'homme et la recherche d' une solution pacifique à la question au Cabinda. La désorientation causée par ce climat au sein de la jeunesse semble aggraver le climat alarmant.

L'état des droits de l'homme au Cabinda est étroitement lié à cette situation. Comme nous l'avons vu, c'est un état dans lequel les acteurs civiques sont facilement assimilés ou repoussés par le petit monde des expédients occasionnels et les stratagèmes, les réduisant à des chiffres pour être tués, sans aucun statut ontologique et juridique pour les défendre.

Globalement, cependant, c'est l'idée d'avoir mis la grande question qui traverse notre conscience - la «Question du Cabinda, la cause fondamentale de la violence et donc le courant des violations des droits de l'homme au Cabinda. Tant de fois j'ai pas remarqué que la fin des violations actuelles des droits de l'homme au Cabinda signifie réellement à résoudre le soi-disant «Question du Cabinda". Résoudre cette question est aussi liée sur les violations, parce qu'il y a la relation de causalité entre eux.

Dans ce contexte, l'histoire des luttes civiques au Cabinda est toujours l'histoire de nouvelles tentatives de relier les questions inévitables dans ce Petro-Etat, dans l'espoir de toujours mieux nous connaître nous-mêmes et à trouver des conseils et des meilleures conditions de vie des personnes et des motivations moins vulnérables à nos choix.

Conclusion et recommandations:

De ce qui précède, il devient clair come je l'ai souligné à la population du Cabinda, un destin tragique, qui affecte pourtant la société angolaise entière. Et pour que l'humanité puisse vivre en Angola, il faut renaitre une nouvelle façon et essentielle de la pensée. Car, comme dirait Sarte, il est vrais que «Si notre travail est subordonné à des impératifs bélliquex de la guerre, nous et nos enfants consommeront des vérités empoisonné, fascistes ou désespérés."

Dans cette situation, nous devons examiner les conditions historiques d'aujourd'hui, un ordre politique fondé sur la justice et la dignité, c'est la vraie révolution à opérer en Angola, les seuls à le faire, et les seuls sont les hommes de bonne volonté qui peuvent l'accomplir.

Dans ce contexte, le politique a une responsabilité à se présenter comme l'arbitre de la vie sociale, et de montrer un aspect utopique bénéfiques qui signifie en définitive la réforme constitutionnelle de la gouvernance, dans le but d'égaler la puissance et de promouvoir les institutions démocratiques et juridiques et juste, par la production annuelle et la richesse accumulée de la communauté. L'homme politique ne peut pas continuer à se prévaloir de la violence et de la tyrannie, mais de la justice. Des réformes sont nécessaires marquant la rupture de la structure actuelle despotique, proposer des solutions révolutionnaires pour l'homme. Cela implique la mise en ½uvre des politiques qui mettent les institutions de l'Etat, les organismes de justice et de la diffusion de l'information au service de la «vérité», de la justice et la dignité humaine. "

Mais cela implique nécessairement la force de la société civile afin de réclamer l'exigence d'une "discussion franche et ouverte» de toutes les questions soulevées par la société angolaise et les changements politiques. En outre, la société civile a un devoir moral d'appuyer toutes les mesures pacificiques,de l'harmonisation, et de s'opposer à l'actuel agressivité irrationnelle et brutale, qui se développent dans la société.

Donc, je saisis cette occasion pour lancer mon appel pathétique au gouvernement d'ordonner la libération de tous les défenseurs des droits de l'homme en détention, un de mettre un terme au climat de répression qui prévaut actuellement au Cabinda et établir des institutions qui respectent les normes rigoureuses internationales d'un procès et des lois équitables. Par conséquent, je continue d'inviter les parties au conflit au Cabinda de poursuivie un dialogue franc et ouvert avec toutes les personnes de bonne volonté. Le dialogue pour trouver une solution juste à la délicate "affaire de Cabinda".

Mais, je lance également un appel à la solidarité citoyenne à travers le monde, particulièrement en Angola, en vue de définir un lieu de soutien le plus souvent actif et militant, ce qui rend l'action possible et efficace pour protéger les victimes de violations des droits de l'homme et la gestion transparente des affaires publiques. L'homme a besoin d'avoir le privilège de vivre dans la dignité.

En outre, l'implication de la communauté internationale, des Nations Unies et l'Union africaine pour résoudre la «Question du Cabinda" est imposée comme un impératif. Cette participation sera hautement récompensé, car la situation actuelle au Cabinda - violences systématiques violations des droits humains, l'extrême pauvreté de la population, le manque de transparence dans la gestion des affaires publiques et le processus de paix, pas les principes de la vie démocratique -- menacent toute l'humanité.

C'est ainsi nous pouvons repérer les tendances d'espoir, avec intérêt de construire une société plus humaine en Angola, coopérative et active. Et pour le moment - et j'espère que ce moment si grave - nous avons tous construit une société guidée par la loi et la dignité humaine.

[1] Communication présentée dans le Lions solaire à Benguela, le 4 Mars 2010, à l'invitation de l'Association OMUNGA-Défense des Droits de l'homme basé à Benguela.
UNE PUBLICATION DE QUINTADEDEBATE.BLOGSPOT.COM
DANS UNE TRADUCTION DE FRANKLIN BUELAMIOKO
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#Posté le samedi 06 mars 2010 15:18

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