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Pasteur Kitembo, Posté le lundi 13 octobre 2014 13:59
FLEC diz haver falta de educação e pobreza extrema em Cabinda
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Categoria Política 13 outubro 2014
Bruxelas - NOTA DE IMPRENSA N°007 / VP-FLEC / 2014: Através desta nota de imprensa o Gabinete do Vice Presidente da FLEC, leva ao conhecimento do povo de Cabinda e à comunidade internacional o que segue :
Fonte: FLEC
Depois de Quarenta anos de luta armada e de tanto sacrifício do sangue dos nossos compatriotas mortos pela a defesa das aspirações legitimas do povo de Cabinda, cujo o resultado continua a nos trazer destruição de aldeias, famílias , falta de educação, pobreza extrema , exílio etc. ...
Eu Anny António da Silva Kitembo, na qualidade de vice-Presidente eleito da FLEC segundo as disposições estatutárias que regem a Frente de Libertação do Estado de Cabinda, a afirmo aqui perante vocês , povo mártir de Cabinda o seguinte.
1 - O tão desejado dialogo Inter Cabinda, o combate do respeito dos direitos humanos e a consolidação da paz em Cabinda que todos queremos contribuir , é um conjunto de problemas graves e sério que já não pode ser feito remotamente, longe das pessoas que supostamente representam-nos , longe das realidades no terreno e com armas na mão.
2 –Razão pela qual, ao nosso pedido junto das autoridades angolanas de nos dar a oportunidade de se reunir com nossos irmãos do FCD, foi aceite e aprovado pelo Chefe do Estado Sua Excelência Presidente José́ Eduardo dos Santos que , pelo seu espírito de abertura autorizou o contacto com o encontro de Brazzaville , através uma diretiva interna enviada ao Presidente do o Fórum Cabindês para o Dialogo, onde fomos afirmar o nosso compromisso com o dialogo em detrimento da violência armada.
Se a FNLA e a UNITA que num passado recente eram grandes movimentos de lutas de libertação como nos , se comprometeram a de baixar as armas e virar as costas para a guerra para defender democraticamente as suas ideias, por que razão , nos a FLEC não podemos fazer o mesmo e tornar mais digno e credível a forma de defender as nossas reivindicações ?
E com esses termos que declaro através desta nota de imprensa para o vosso conhecimento que a suposta reunião de família que teve lugar em Paris, de quatro membros de uma família não pode decidir sobre a exclusão de qualquer membro da FLEC em sua ausência, no momento que estamos a falar da necessidade da união e coesão no seio da FLEC , pensar e agir diferente nunca foi crime nem acto de traição, CHEGA DE MENTIRAS E MANIPULACAO NO SEIO DO POVO
Digo e repito que doravante, nenhum líder Cabinda , independentemente de sua posição tem direito de mandar ou instruir os filho e filhas de Cabinda a pegar em armas e ir morrer na floresta ou viver nos campos de refugiados, sob o pretexto de defender Cabinda, enquanto eles e suas famílias vivem longe beneficiando do Estatutos e tudo tipo de apoio a custo do sangue de Cabindas.
A direção política da FLEC, menos os quatro membros da única família, decidimos dar a credibilidade e dignidade a nossa luta, junto do povo e em Cabinda, de trabalhar num quadro e estrutura responsável reconhecido pelo governo e pela comunidade internacional, o Fórum Cabindes pelo Dialogo , estrutura que o FLEC-FAC é cofundador ...
A FLEC que em 1963 era uma representação das três famílias politicas de Cabinda, MLEC , CAUNC e ALIAMA não pode hoje se tornar num sucursal familiar que decide tudo e por todos. BASTA DE SEPARATISMO
Juntos com o Estado Maior General, soldados ,combatentes quadros e intelectuais Cabindas e outras personalidades amantes da Paz e justiça , vamos continuar as iniciativas de Brazzaville com o FCD para a Consolidação da Piax em Cabinda sob a legitima sob a responsabilidade das instituição do Estado e do governo de Angola, de acordo com as recomendações da comunidade internacional e da União Europeia, em particular ..
Responsabilidade, credibilidade e maturidade política obriga.
Feito em Bruxelas, em sábado, outubro 11, 2014
Anny Antonio da Silva Kitembo
Vice-presidente da FLEC
Coordenador do pensamento político do grupo e Moderador do novo projeto
Mabiala Joao, Posté le lundi 13 octobre 2014 16:09
“Kopelipa” responde FCD
Luanda - No seguimento de uma missiva que lhe foi endereçada pelo Fórum
Cabindes para o Dialogo (FCD) respeitante a movimentações de irmãos de
Cabinda na diáspora que pretende dialogar sobre o conflito no enclave
angolano, o Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança, general
Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, respondeu, citando o Presidente da
República, que “se a intenção for aderir ao memorando de entendimento
sobre a paz assinado no Namibe deve ser aceito o contacto”.
Fonte: Club-k.net
A resposta desta alta patente militar é datada de 7 de Abril do corrente
ano e face a pertinência do assunto mas sobretudo pela forma como o
Presidente da República José Eduardo dos Santos gere a questão de Cabinda,
o Club-K, publica na integra a referida carta.
Os acordos de paz do Namibe foram assinados pelo governo de Angola e o FCD
de Bento Bembe. Os acordos foram sempre contestados pela FLEC, por
denunciar que o seu antigo dirigente se encontrava numa situação
comprometida com o regime e que não era interlocutor valido tanto para a
guerrilha como para a sociedade civil do enclave mais ao norte de Angola.
Muito recentemente, a Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda e a
Frente Armada de Cabinda (FLEC/FAC) que esteve reunida, em Paris, com o
objetivo de discutir a reorganização do movimento manifestou o desejo de
dialogar com o governo de Angola.
Segundo, porta-voz do movimento separatista "Queremos sentar-nos à mesa
com o Governo para podermos dialogar sem obstáculos e tentarmos solucionar
o problema de Cabinda."