A QUELQUES JOURS DE LA VISITE DU PRESIDENT PORTUGUAIS EN ANGOLA,ALEXANDRE TATI DEMANDE A CAVACO SILVA DE PLAIDER LA PROPOSITION DU FLEC A JOSE EDUARDO DOS SANTOS
La visite d'Etat que le président Cavaco Silva effectue ce mois-ci en 'Angola doit être utilisé pour soulever la question du Cabinda, ont revendiqué à LUSA les représentants des factions du Front de Libération de l'Etat du Cabinda (FLEC) .
Les deux factions s'accordent sur l'évaluation qu'il n'y a pas de solution militaire au conflit, qui sévit depuis 1975, et comme une alternative à la lutte armée a proposé le dialogue, et je crois que Cavaco Silva peut convaincre son homologue angolais José Eduardo dos Santos de s'asseoir sur la a même table avec les Cabindais.
« Le FLEC attend que la présidence portugaise fasse preuve de son courage politique , plaide et intervienne sur t la question cabindaise auprès du gouvernement angolais pour que le problème du Cabinda soit résolue pacifiquement", a déclaré Alexandre Tati, président par intérim de l'organisation.
Face au choix du dialogue en reconnaissant le caractère inévitable de la lutte armée, Alexandre Tati estime que "c'est une bonne occasion. Nous pensons qu'il serait le temps d'aider les Angolais et les Cabindais pour s'asseoir autour d'une table pour écouter les uns et les autres et de discuter, de trouver des solutions équitables, acceptées par toutes les parties. "
L'intervention du Portugal est justifié par son rôle historique, qui lui revient de droit et pour être le seul responsable »de la situation", a t-il ajouté.
Alexandre Tati est devenu président par intérim du FLEC après le départ de N'Zita Henriques Tiago, élu président au Congrès et qui s'oppose à son éloignement de la direction.
Le mouvement de «renouveau», qui comprend, entre autres, le chef d'état-major du FLEC, le lieutenant-général Estanislau Miguel Boma, a annoncé dans un communiqué le 29 Juin dernier la suspension de Nzita TIAGO du leadership de l'organisation pour des raisons d'éfficacité.
A N'zita Tiago, âgé de 82 ans, il lui est reconnu le rôle de premier plan joué dans l'histoire de la lutte pour l'indépendance du Cabinda, mais plus jamais pour le leadership du FLEC.
A les unir il n'ya seulement que la conviction que seul le dialogue sera couronné de succès étant donné l'impossibilité d'une victoire militaire par les armes. C'est aussi la lecture de N'Zita TIAGO.
"Le peuple portugais et son gouvernement, ses gouvernements devraient réfléchir très, très bien sur la question de Cabinda," parce que, dit-il, «Le Cabinda était un protectorat portugais, at-il dit,en rappelant le traité de Simulambuco, signé en 1885qui plaça le territoire du Cabinda sous la protection du Portugal.
"Le Cabinda, les Cabindais pensent que le gouvernement portugais a plus à dire. Il a beaucoup à dire. Le gouvernement portugais doit justifier devant les Cabindais et le monde entier pourquoi les angolais continuent de tuer les Cabindais, a t-il dit.
Étant donné les responsabilités historiques du Portugal, N'Zita Tiago lance un appel: «Au nom du peuple de Cabinda au Président de la République portugaise conseiller José Eduardo dos Santos à s'asseoir à la table avec la direction du FLEC.
Cavaco Silva, commence le 18 Juin une visite d'Etat en 'Angola durant sept jours, en premier en tant premier Président de la République, en réponse à la visite de Jose Eduardo dos Santos, réalisée en Mars 2009 au Portugal.
Egalement dans ce cas, c'était la première visite officielle du Président José Eduardo dos Santos, du Portugal, depuis son arrivée au pouvoir en Angola en 1979.
PR/Angola: Facções da FLEC esperam que Cavaco Silva levante questão de Cabinda com José Eduardo dos Santos
Lisboa, 13 jul (Lusa) -- A visita de Estado que o Presidente Cavaco Silva efetua este mês a Angola deve ser aproveitada para suscitar a questão de Cabinda, defenderam à Lusa representantes das facções da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC).
As duas facções coincidem na apreciação de que não há solução militar para o conflito, que grassa desde 1975, e em alternativa à luta armada propõem o diálogo, e acreditam que Cavaco Silva pode convencer o seu homólogo angolano José Eduardo dos Santos a sentar-se à mesma mesa.
"A FLEC espera que o senhor Presidente português faça prova de coragem política e interpele e intervenha junto do governo angolano para que o problema de Cabinda seja resolvido de forma pacífica", disse Alexandre Tati, presidente interino da organização.
Face à opção pelo diálogo por reconhecer a inviabilidade da luta armada, Alexandre Tati considera que "esta é mais uma oportunidade. Pensamos que seria o momento de ajudar os angolanos e cabindas a sentarem-se em volta de uma mesa a fim de se escutarem mutuamente e discutirem, para se chegar a soluções justas e aceites por todas as partes".
A intervenção de Portugal é justificada pelo papel histórico que lhe cabe e por ser o "principal responsável da situação", acrescentou.
Tati assumiu interinamente a presidência da FLEC na sequência do afastamento de Henrique N'Zita Tiago, eleito presidente em congresso e que resiste ao afastamento da liderança.
O "movimento renovador", que integra, entre outros, o Chefe de Estado-Maior Geral da FLEC, tenente-general Estanislau Miguel Boma, anunciou no passado dia 29 o afastamento de N'zita Tiago da liderança efetiva da organização.
A N'zita Tiago,de 82 anos, reconhecem lugar cimeiro na história da luta pela independência de Cabinda, mas não mais a liderança.
A uni-los existe apenas a convicção de que somente o diálogo será bem sucedido face à reconhecida impossibilidade de levar avante a vitória por via armada. Esta é também a leitura de N'Zita Tiago.
"O povo português e o seu governo, os governantes, devem pensar bem, bem, bem sobre a questão de Cabinda", porque, frisou, "Cabinda é um protetorado português", disse, recordando o Tratado de Simulambuco, assinado em 1885 colocando o território sob a proteção de Portugal.
"Cabinda, os cabindas pensam que o governo português tem alguma coisa a dizer. Tem muita coisa a dizer. O governo português deve justificar aos cabindas e ao mundo como é que hoje os angolanos matam os cabindas", considerou.
Face às responsabilidades históricas de Portugal, N'Zita Tiago deixa um apelo: "Peço em nome deste povo de Cabinda que o senhor Presidente da República Portuguesa aconselhe José Eduardo dos Santos a sentar na mesa com a direção da FLEC".
Cavaco Silva, inicia no dia 18 uma visita de estado de sete dias a Angola, a primeira enquanto Presidente da República, em resposta à que José Eduardo dos Santos, efetuou em março de 2009 a Portugal.
Também neste caso se tratou da primeira deslocação com carácter de visita de estado de José Eduardo dos Santos a Portugal, desde que o governante angolano ascendeu ao poder em 1979.
EL.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim







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